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25 novembro 2009

ARBÍTRIO



Arbítrio

Não me fale de limites
Pois eu sou ideal
Minha bandeira é o impossível
Aos sonhos serei leal

Como os pássaros,
quero alçar voos
Meu caminho é as nuvens
não tenho os pés no chão

Entre as linhas
Conheço o céu
Sigo em estrofes e rimas
Nos versos teci meu véu

Não pertenço a um lugar
Ideias são como o ar...
Às vezes, altivo e rebelde
Segue o vento, tem direção
Outras, calmaria
Sussurra palavras e delírios
Na brisa suave do verão.

Um comentário:

  1. Bela poesia a de Bruna Longobucco, sensibilidade à flor da pele.

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